O jornal Público noticia hoje por interposto do Correio da Manhã o seguinte: " As funcionárias da Loja do Cidadão de Faro, inaugurada a 3 de Abril, foram proibidas de usar saias curtas, decotes, saltos altos, roupa interior escura, gangas e perfumes agressivos. As instruções foram dadas numa acção de formação antes da abertura da loja, denunciou uma funcionária.“Esta acção incide sobre várias matérias e, em particular, sobre o que deve constituir um atendimento de qualidade, que ajuda ou prejudica o relacionamento com os cidadãos”, justificou Maria Pulquéria Lúcio, vogal do Conselho Directivo da agência, ao jornal."
Quando li esta notícia, a minha primeira reacção foi obviamente da verificação da data inscrita no jornal, não fosse eu e os portugueses alvos de uma partida alegórica ao dia 1 de Abril, data alusiva ao tradicional dia das mentiras, mas logo constatei que já uns dias haviam passado e que portanto apenas restava lamentar pelos cidadãos algarvios por esta postura de NO CLEAVAGE promovida pela Agência de Modernização Administrativa da Loja do Cidadão de Faro. Longas horas de espera já passámos todos a idealizar aquela imagem da funcionária da loja do cidadão da respectiva cidade, com aqueles longos saltos, decote abrupto e soutien perceptível. E era tão bom que ela existisse mesmo... Mas enfim, a despreocupação pelo melhoramento do atendimento aos cidadãos nas infindáveis horas de espera que passamos nestes serviços, é descurada por esta "popular" medida, que nos inibe a nós cidadãos masculinos sobre o verdadeiro motivo que nos levou durante anos a aguentar nestes espaços tanto tempo para ser atendidos. Não ha'bia necessidade!
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