O conformismo é o carcereiro da liberdade e o inimigo do crescimento - John Fitzgerald Kennedy

terça-feira, 2 de junho de 2009

Há quem lhe chame "roubalheira"

Desapareceram do Banco Português de Negócios (BPN) peças de arte num valor de 2,5 mil milhões de euros, revela a instituição no relatório e contas de 2008, apresentado esta segunda-feira, numa conferência de imprensa. «Em 2008, efectuou-se um levantamento da localização de obras de arte registadas pelo banco, não tendo sido possível localizar quadros cujo valor ascende a 2.503 milhares de euros», refere o documento. O conjunto de quadros em causa estaria incluído nos activos que Miguel Cadilhe classificou de «extravagantes» depois de ter assumido a liderança da Sociedade Lusa de Negócios, na altura ainda dona do BPN. Em causa estavam 80 obras de Juan Miró, uma colecção de moedas comemorativas do Euro 2004 e ainda uma colecção de arte egípcia, que deveriam ter sido vendidos pela SLN para encaixar 110 milhões de euros. A colecção de arte egípcia, que o BPN tinha comprado por 5 milhões de euros, revelou-se, afinal, falsa. Esta colecção era composta por várias dezenas de peças trabalhadas em ouro que alegadamente remontam à Idade do Cobre (calcolítico) e por estatuetas em pedra que representam a deusa da fertilidade. Nota: CGD, que gere o banco, não sabe onde estão quadros valiosos

Sem comentários: