
Nove em cada dez alunos do 4.º ano teve nota positiva nas provas de aferição de Língua Portuguesa e de Matemática. Os do 6.º também chegam aos 90 por cento na Língua Portuguesa. Os resultados das provas de aferição foram hoje conhecidos e revelam alguma continuidade relativamente ao ano anterior, quando as avaliações dispararam da casa dos 80 para os 90 por cento, no que se refere às notas iguais ou superiores a "Satisfaz". Contudo, a Matemática há uma ligeira subida das negativas, quer no 4.º como no 6.º ano, revelam os dados do Ministério da Educação, disponibilizados esta tarde. Em termos globais, os estudantes do 4.º ano obtiveram 89 por cento de notas iguais ou superiores a “satisfaz” a Matemática e 91 por cento a Língua Portuguesa. O ano passado, conseguiram 90,8 e 89,5 a Matemática e a Língua Portuguesa, respectivamente. Quanto aos alunos do 6.º ano, desceram de 93,4 para 90 por cento a Língua Portuguesa. O mesmo movimento se verifica a Matemática: no ano passado, 81,8 por cento tiveram um desempenho positivo, valor que caiu este ano caiu para 79 por cento. Comentário "daquilo" que está à frente do ministério da Educação: “O balanço é positivo. Não há nenhuma surpresa”.
Nota: Concordo Maria de Lurdes, não há nenhuma surpresa, os facilitismos eleitorais perpetuam-se
3 comentários:
facilitismos eleitorais... claro, os putos até votam e tudo!
Perante a insistência do Anonimato e da escrita não assumida, será o meu último comentário ao mesmo já que me faz certa confusão lidar com o vago: os facilitismos que referi ,mesmo que queiram forçar a desinteligência, não têm como principais destinatários ,obviamente, rapazes e raparigas de 5to e 6ano, nem sequer de 12º que o ano lectivo passado tiveram aquelas fabulosas notas a matemática. Os facilitismos, para além de terem como objectivo a validação de uma política educativa que tem de se materializar em resultados escolares, têm os pais das criancinhas como targets, não estejamos nós tão perto das eleições ou de um resultado eleitoral europeu esclarecedor.
Antes de mais, pensava que aqui se debatiam ideias e não pessoas, mas pelos vistos enganei-me. Podes sempre inibir-te de as comentar (além de estares no teu direito, também ninguém insistiu para o fazeres), ou até nem as publicar, na certeza, porém, de que este depauperado e pouco participado blog ficaria tão mais monótono e desinteressante, não te parece?
Depois, achar que foi a ministra a fazer ou a "encomendar" os ditos exames, é - ao mesmo tempo que se põe em causa a sua idoneidade - desresponsabilizar os professores que, verdadeiramente, foram incumbidos dessa tarefa. Isto já para não falar de que pretender que toda uma política educativa, ao nível de exames nacionais, está dependente de umas quaisquer eleições, é, no mínimo, delirante, até porque já deu para perceber que por muitos defeitos que este governo tenha, agradar a tudo e todos, não é, seguramente, um deles (se fosse, como explicar então, por exemplo, as reformas levadas a cabo na administração pública, que acabaram com alguns dos privilégios dos seus funcionários?). Perscrutar - e condenar de forma tão expedita e convicta - um pretenso interesse político por detrás de um eventual facilitismo por parte de meros funcionários do Ministério, é ir longe de mais na teoria da conspiração, até para alguém que tem um ódio de estimação por esta ministra (o insulto é deselegante e desnecessário) e por este governo
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