Manuela Ferreira Leite não resiste. As suas convicções são mais fortes. O seu planeamento para um governo Social Democrata revela-se cada vez mais assustador, em nada se apresentando como alternativa ao que quer que seja. Se aliarmos isto a um eventual apoio encostado do CDS-PP (como é costume tal a sede de poder), verificamos que o panorama nacional não é animador. Desta vez a dona Manuela "prefere" tributar bens de luxo, ao contrário da proposta do governo de baixar as deduções à colecta para os agregados familiares com rendimentos mensais superiores a cinco mil euros. Para a a líder laranja "Se tivesse de aumentar impostos, se achasse que os ricos estavam tão ricos que já não sabiam o que fazer ao dinheiro, tributava fortemente em impostos indirectos aqueles bens aos quais eles têm acesso". Uma lógica indesmentível. Em alturas em as pessoas de rendimentos infindáveis sofram a penosa tarefa de ter escolher entre um iate (exemplo utilizado pela líder do PSD) ou um até um carro de alta cilindrada, a solução será levar essas pessoas a virarem-se para outros mercados mais acessíveis face a uma taxação ainda mais rigorosa do que a que já existe (o ramo automóvel é um exemplo claro). Entre uma baixa nas deduções que pode atenuar alguma injustiça de distribuição de rendimentos, dona Manuela prefere mais taxas. A diferença reside no poder de escolha de umas e na imposição imediata do outro.
Conferência anual da AIMMAP: Empresários portugueses têm “défice de ambição”
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Na conferência anual da AIMMAP, frisou-se que o setor dá cartas, mas tem de
crescer mais. O que falta? Políticas, mas também mais ambição dos
empresários p...
Há 22 horas
1 comentário:
Um clássico. Não se espera outra coisa deste péssima ministra que agora quer ocupar a cadeira do poder!
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