O conformismo é o carcereiro da liberdade e o inimigo do crescimento - John Fitzgerald Kennedy

quinta-feira, 30 de abril de 2009

Começa a roçar o inconstitucional e o ilegal. Mais uma atitude pidesca! Cada um que tire as suas ilações da "democracia" Sócrates!

A fim de determinar as circunstâncias da manifestação de Novembro, na qual os alunos da Escola Secundária de Fafe atiraram ovos à ministra da Educação, Maria de Lurdes Rodrigues, a Inspecção-Geral de Educação (IGE) ouviu diversos estudantes. O presidente da Associação de Pais, Manuel Gonçalves, mostrou-se irritado com o interrogatório, uma vez que duvida da legalidade e da legitimidade das inquirições, não desculpando a atitude dos alunos. No final do interrogatório, os alunos daquela escola de Fafe foram obrigados a assinar uma presumível transcrição dos seus depoimentos, adianta o Público. Os pais consideram que o interrogatório estimula «um comportamento denunciante» e que as questões realizadas aos alunos pretendem provar «que eles foram manipulados pelos professores». P.S. O caso foi ja discutido no parlamento, com a reprovação dos deputados, incluindo vozes do Partido Socialista. O inquérito aos alunos de Fafe indignou o BE e o PCP. Para António Filipe, o caso “é inconcebível e manifestamente ilegal”. [Os alunos] foram ouvidos a que título, quem é o Inspector-Geral da Educação para fechar alunos numa sala e para dizer que têm de denunciar professores?”, questionou António Filipe. Para Ana Drago, “não é aceitável” que a Inspecção-geral seja envolvida neste processo. “Se houve alguma coisa de ilegal, devia ser feita queixa no Ministério Público”, frisou. Também 3 deputadas do PS questionam o Ministério da Educação sobre o inquérito feito aos alunos de uma escola secundária de Fafe por um inspector-geral de educação. Num requerimento entregue hoje, Teresa Portugal, Júlia Caré e Eugénia Alho perguntam qual o fundamento legal para a actuação do inspector, qual o objectivo do método e se foi dado conhecimento prévio à direcção da escola e aos pais dos alunos visados. As deputadas perguntam também se a actuação do inspector "merece o sancionamento da Ministra da Educação".

quarta-feira, 29 de abril de 2009

segunda-feira, 27 de abril de 2009

A coincidência casual do acaso fortuito

Quem acredita em coincidências, desmancha por completo qualquer teoria de iluminação divina aquando da saída de Fernanda Câncio do programa ‘A Torto e a Direito’, da TVI 24, por este "não corresponder às suas expectativas"! A jornalista bateu com a porta depois de, na passada sexta-feira, a TVI ter emitido um vídeo em que Charles Smith acusava o seu namorado, o primeiro-ministro José Sócrates, de ser corrupto. E se é verdade que este correlativo de eventos aparenta para os mais "direccionados" algo de absoluto circunstancialismo, tal dissertação intelectual cai por terra aquando da contratação uns dias antes de Câncio para uma revista do Estado, elaborando artigos de opinião pelos quais é remunerada. Após a miserável exaltação pública do Primeiro Ministro ao director do Diário de Notícias, jornal a que pertence Fernanda Câncio, surge mais esta notícia que confirma a falta de desplante e noção do ridículo de alguns cidadãos. Câncio vem-nos habituando ao medíocre dos seus artigos, mas a "demonstração pública de afecto" dissimulada desta jornalista ao seu homem diz tudo sobre o carácter de ambos os intervenientes. E o casamento, é para quando?

sexta-feira, 24 de abril de 2009

Em vésperas de 25 de abril, o antónimo da representatividade da data: A NÁUSEA NACIONAL!

Fugir a boca para a verdade?

O ex-Presidente da República, Mário Soares, corrigiu o primeiro-ministro José Sócrates, que indicou na semana passada que vai apoiar a recandidatura de Durão Barroso à presidência da Comissão Europeia por “questões patrióticas”, afirmando que isso não é patriotismo, mas antes “nacionalismo no pior sentido da palavra”. “Se houver um português que seja mau, não o vamos defender pelo facto de ele ser português”, disse Soares. Acrescenta, depois de afirmar que não queria dizer que Sócrates era nacionalista mas que "Ele é que disse que era patriota, mas não! Patriotismo não tem nada a ver com isso”. “Eu nunca fui nacionalista. Nacionalista era o Salazar. Nacionalistas eram os fascistas”, explicou. “O patriotismo tem é a ver com o interesse e o amor pelo nosso povo, pelas nossas instituições, pelas nossas características como povo, mas se houver um português que seja mau não o vamos defender pelo facto de ele ser português”. By jornal Público

terça-feira, 21 de abril de 2009

"Eu tenho pouco jeito para servir de vítima" by José Sócrates... Hein?!

É absolutamente gritante a falta de humildade, sentido de estado, noção da realidade deste primeiro-ministro de Portugal. Após a entrevista de hoje no canal RTP 1, o notório mas propositado alheamento da realidade actual que vivemos, é não só irresponsável como também insultuoso para os concidadãos. Sócrates representa a pior face do Socialismo, aproximando-se rapidamente de um facção que julguei desaparecida do nosso espectro politico, confirmado aliás pela aproximação e apoio público à re-candidatura de Durão Barroso para a presidência da Comissão Europeia. De facto, e não tendo eu próprio nenhuma aproximação política aos partidos da oposição, nomeadamente aos partidos de Direita, a entrevista de hoje demonstrou mais uma vez que a crítica constante à falta de colaboração de Sócrates na resposta directa às perguntas que lhe são endereçadas, tem a sua razão de ser! Desviando constantemente as questões às quais deveria estar obrigado a responder directamente, o primeiro-ministro procura continuamente uma desvalorização da mais que necessária crítica, e um afastamento de possíveis adversários políticos que constrói na sua mente, transformando jornalistas em inimigos e especialistas em palermas(que não fazendo parte de qualquer oposição, consideram o investimento do TGV dos maiores erros económicos da história do país face à conjuntura) tal a sua demonstração de sapiência. Já não há paciência para tamanha arrogância, sentido de irresponsabilidade e cultura de perseguição primária da parte da pessoa mais responsabilizável de Portugal pelo mais alto cargo que desempenha.

sexta-feira, 10 de abril de 2009

NO CLEAVAGE

O jornal Público noticia hoje por interposto do Correio da Manhã o seguinte: " As funcionárias da Loja do Cidadão de Faro, inaugurada a 3 de Abril, foram proibidas de usar saias curtas, decotes, saltos altos, roupa interior escura, gangas e perfumes agressivos. As instruções foram dadas numa acção de formação antes da abertura da loja, denunciou uma funcionária.“Esta acção incide sobre várias matérias e, em particular, sobre o que deve constituir um atendimento de qualidade, que ajuda ou prejudica o relacionamento com os cidadãos”, justificou Maria Pulquéria Lúcio, vogal do Conselho Directivo da agência, ao jornal." Quando li esta notícia, a minha primeira reacção foi obviamente da verificação da data inscrita no jornal, não fosse eu e os portugueses alvos de uma partida alegórica ao dia 1 de Abril, data alusiva ao tradicional dia das mentiras, mas logo constatei que já uns dias haviam passado e que portanto apenas restava lamentar pelos cidadãos algarvios por esta postura de NO CLEAVAGE promovida pela Agência de Modernização Administrativa da Loja do Cidadão de Faro. Longas horas de espera já passámos todos a idealizar aquela imagem da funcionária da loja do cidadão da respectiva cidade, com aqueles longos saltos, decote abrupto e soutien perceptível. E era tão bom que ela existisse mesmo... Mas enfim, a despreocupação pelo melhoramento do atendimento aos cidadãos nas infindáveis horas de espera que passamos nestes serviços, é descurada por esta "popular" medida, que nos inibe a nós cidadãos masculinos sobre o verdadeiro motivo que nos levou durante anos a aguentar nestes espaços tanto tempo para ser atendidos. Não ha'bia necessidade!

De Louvar

"O “sistema capitalista” parece “ter entrado em ruptura”. Há “direitos conquistados durante gerações, pelos trabalhadores” que foram “gradualmente postos em causa”. O retrato, do mundo e de Portugal, é tudo menos risonho e é assinado pelo PS, o partido do Governo, e por alguns dirigentes da chamada “ala esquerda”, a começar por Manuel Alegre, e pelo fundador do partido Mário Soares. Outros subscritores são o PCP, Bloco de Esquerda, Verdes, as duas centrais sindicais, CGTP e UGT, JS e JCP, entre outros. Segundo os subscritores, a crise económica mundial está a ter consequências em Portugal, onde os seus efeitos se somam às “vicissitudes de antigos desequilíbrios estruturais que vêm de muito longe e persistem” e não pode justificar “violências contra os trabalhadores”. “O desemprego e a precariedade alastraram.” Alegre e Soares são duas das mais de 600 personalidades de esquerda que assinam o “apelo à participação” na manifestação do 25 de Abril, na Avenida da Liberdade, em Lisboa, organizada anualmente pela Associação 25 de Abril." By PÚBLICO

terça-feira, 7 de abril de 2009

Nova definição do verbo "roubar" telefonicamente falando

Já nem sequer ponho em causa a recente subida de preços imposta pelas 3 principais operadoras nacionais de telemóveis desde 1 de Março de 2009 em cerca de 2,5%, fruto porventura da baixa económica que vigora, assim como da prestação de determinados tarifários que nos beneficiam enquanto consumidores (e dirijo-me especificamente aos serviços da VODAFONE) embora também evidentemente vantajosos para as respectivas empresas como não podia deixar de ser; já nem sequer ponho em causa a falta de qualidade dos serviços de resolução de problemas das operadoras e das constantes tentativas de ludibriar o consumidor( algo que recentemente tive oportunidade de reclamar com razão objectiva, tal a resolução que foi dada pela operadora em questão, manifesta da razão que me assistia). Mas o que é verdadeiramente incrível e tal já me espanta enquanto cidadão, prende-se com a cobrança de 20 cêntimos por cada chamada para a linha de Apoio ao Cliente, um serviço que tem essencialmente como função servir os consumidores que contactam a linha para resolver questões que são normalmente motivadas por irresponsabilidades das operadoras. E o cómico disto, foi o facto das mesmas operadores ao serem contactadas pela SIC sobre esta "alarvidade" passo o termo, comunicarem que informaram os subscritores das redes móveis acerca desta alteração! Ora, não partindo somente do meu exemplo pessoal já que nunca fui informado por meio algum de 2 das 3 redes em questão, apenas de referir que a grande maioria dos clientes partilham do meu sentimento, já que se queixam de não terem sido avisados. Sobre a questão do aumento per se, é um absoluto abuso de cobrança, em desfavorecimento dos clientes, que embora resulte num aumento simbólico(para uns), se vai traduzir ,quando multiplicado, numa grande fonte de receitas extraordinária de um serviço criado para servir os clientes. Estamos perante uma excepção, ou uma regra para o futuro..? Segundo o noticiado pela SIC, a DECO já começou a receber as primeiras queixas relativamente à situação.

sexta-feira, 3 de abril de 2009

Olha para o que digo, não olhes para o que faço

O Governo socialista fez aprovar, em 2006, alterações à lei que permitem aos grupos financeiros a isenção total dos rendimentos das suas filiais, refere um relatório de auditoria da Inspecção-Geral de Finanças (IGF). O Governo socialista fez aprovar, em 2006, alterações à lei que permitem aos grupos financeiros a isenção total dos rendimentos das suas filiais, refere um relatório de auditoria da Inspecção-Geral de Finanças (IGF). De acordo com uma notícia do “Público”, em causa está a opção escolhida na adaptação para a lei portuguesa da directiva comunitária para evitar a dupla tributação de rendimentos (90/435/CEE). Ao contrário de noutros países - como é citado pela IGF o caso espanhol - a IGF considera que "o legislador português optou pela solução que, sendo a mais simples do ponto de vista administrativo, propicia o desenvolvimento de mecanismos de planeamento fiscal" abusivo e é "a mais penalizadora para os interesses do Estado".